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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

A morte do Apóstolo Pedro

A primeira das dez perseguições foi desencadeada por Nero por volta do ano 64 do Senhor. A tirânica fúria desse imperador foi cruel contra os cristãos, “a ponto de — conforme registra Eusébio — encher cidades de cadáveres humanos, mostrando velhos jazendo ao lado de jovens e corpos de mulheres abandonados nus no meio da rua sem respeito algum por seu sexo.” Muitos houve entre os cristãos daqueles dias que, vendo as obscenas abominações e a intolerável crueldade de Nero, julgaram que ele era o anticristo.

Nessa perseguição, entre muitos outros santos, o abençoado apóstolo Pedro foi condenado à morte e, segundo alguns relatos escritos, foi crucificado em Roma;
muito embora alguns outros, e não sem motivo, duvidem disso. Hegessipo diz que Nero procurava fatos contra Pedro para condená-lo à morte. Quando o povo percebeu isso, rogaram a Pedro, com muita insistência, para que ele fugisse da cidade. Pedro no fim foi persuadido pelos importunos pedidos e preparou-se para a fuga. Porém, ao chegar ao portão da cidade, viu o Senhor Jesus Cristo vindo ao seu encontro, a quem Pedro, adorando, disse: — Senhor, para onde vais tu? — Ao que Ele respondeu dizendo: — Estou voltando para ser crucificado. — Assim Pedro, percebendo que com essas palavras o Senhor se referia ao martírio do qual ele estava fugindo, voltou para a cidade. Jerônimo diz que ele foi crucificado, com a cabeça para baixo e os pés para o alto a pedido dele mesmo porque era — disse ele — indigno de ser crucificado do mesmo modo e jeito como o fora o Senhor.

"Imagem retirada da internet, se você tem os direitos autorais, me avise que creditarei"

O livro dos Mártires
John Foxe; traduzido por Almiro Pizetta. – São Paulo: Mundo Cristão, 2003.

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